
Este é um blog para pessoas que acreditam que educar é uma arte. Joseane Oliveira dos Santos
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Mec desativa centros de ensino à distância

quarta-feira, 26 de novembro de 2008
domingo, 23 de novembro de 2008
23 de novembro- Dia de Ação de Graças
Em comemoração ao Dia de Ação de Graças, realizou-se na Biblioteca Champagnat uma atividade de reflexão e espiritualidade com o Grupo da Melhor Idade, no dia 24 de novembro. O Dia de Ação de Graças anuncia formalmente a chegada do Natal e simboliza a gratidão que sentimos na medida em que nos aproximamos de Deus.
Os jovens senhores e senhoras do grupo emocionaram-se ao partilhar relatos de graças recebidas durante toda a vida. O grupo saiu da atividade mais leve, unido e agradecido pelo milagre de viver.
A educadora Isaura Peixoto explica que “por ser uma escola confessional, é importante que sejam proporcionados momentos de introspecção, demonstrando a importância da fé na Divindade Santa na vida de cada um de nós”.
http://www.maristas.org.br/portal/externo.asp?urlEx=/colegios/site.asp?cod=28
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Hora do conto resgata os cuidados com a biblioteca e com os livros
Rodolfo sabe que na biblioteca cada um tem seu lugarzinho especial.
Rodolfo nunca precisou se preocupar com Giselda. Porque todo livro que fica muito tempo parado é alvo fácil para Giselda, a aranha.
E os livros também correm sérios riscos de vida na biblioteca. Além de seram atacados por alguns incetos ainda podem ir parar em um lugar muito triste: a caixa dos excluídos.
Às vezes os livros vão para as casas e voltam com grandes orelhas. Coitados depois que criam orelha dificilmente conseguem se livrar delas e correm um sério risco de parar na caixinha.
Muitos livros também acabam tão sujos que ninguém mais quer pegá-los emprestados. Livros que são riscados, molhados, suados, mofados. Estes livros acabam indo direto para caixinha que é o fim para eles. A caixa da exclusão.
Tem livros que são mordidos como se fosse comida e voltam para biblioteca faltando os pedaços.
E infelizmente um dia entrou alguém na biblioteca e fez uma bagunça na prateleira de Rodolfo. Uma catástrofe, livros atirados, amassados e nem sinal do Rodolfo.
O que será que aconteceu com ele?
Agora desafiamos vocês a construir um texto sobre como continuam as aventuras de Rodolfo e os cuidados que devemos ter com os livros.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
A leitura mudando a vida das pessoas

Certo dia, sentada na sua cadeira com vista para a janela, uma passageira intrigou-se com a cena a que assistira. Em vez de olhar para a paisagem, fixou o olhar naquele homem. Viu que ele folheava um livro. Conseguiu ver o autor. Era Jorge Amado. Entre um sossego e outro, enquanto não chegava passageiro, ele passava uma página. Ela percebeu que, além daquela viagem, havia outra, que andava longe daquele ônibus. A mulher se encasquetou. Antes de descer, foi até o moço e perguntou: “Você gosta de ler, cobrador?” Ele devolveu, envergonhado: “Gosto, sim, senhora!”
Ela desceu e desapareceu no meio da multidão. Uma semana depois, embarcou novamente naquele ônibus. E trouxe três livros para o cobrador. Eram obras de literatura brasileira. De tanta emoção, o moço engasgou. Levou para casa seu mais novo acervo. Devorou-os. Enquanto lia suas histórias, pensou: “Por que não compartilhar isso com outras pessoas?” E ele teve uma grande idéia: levaria os livros para o ônibus e assim incentivaria outras pessoas a ler também. Antes, muito antes, ele pensou em montar uma biblioteca em Sobradinho II, onde mora. Seria um espaço de leitura e pesquisa para quem quisesse chegar. Desistiu pela completa falta de apoio e nenhuma condição financeira.
Sem ter uma biblioteca fixa, resolveu que ela seria itinerante. Juntou as 10 obras que tinha em casa, colocou numa sacola e partiu para o ônibus onde trabalhava, um circular em Sobradinho II. Ali, a idéia se espalhou. Numa caixa de papelão perto da roleta, ele colocou os livros. E um cartaz: Projeto Cultura no Ônibus. Ninguém entendeu nada. “É pra pagar?”, perguntavam alguns. Não era pra pagar. Era pra ler, pegar emprestado, com o compromisso de devolver, e pegar mais. Tantas vezes quisesse. Incansavelmente, ele explicou sua idéia para os passageiros da sua linha. E pedia doação. Quem tivesse algum livro em casa, e não mais quisesse, ele aceitaria.
A novidade se espalhou. Em poucos meses, havia centenas. De todos os tipos, gêneros, gostos. Até gibis. E o povo começou a ler, levar para casa, trocar. Falar de poesia, comentar sobre histórias. Nem a confusão do ônibus lotado tirou a vontade de ler dos passageiros. A linha de Antônio tornou-se a mais disputada do pedaço. Há sete meses, porém, o cobrador foi transferido para a linha 82, que parte do Núcleo Bandeirante com destino ao Setor de Abastecimento e Armazenagem Norte (Saan). Ali, recontou sua história. E mais livros chegaram. A casa modesta onde mora de aluguel com a mulher, filho e uma enteada não coube mais tanta coisa. Ele teve que alugar um barraco para guardar o acervo que não parava de chegar. Todo mês, desembolsa R$ 120, do salário de R$ 569, para pagar o aluguel do lugar onde está seu tesouro. Hoje são mais de 4 mil livros.
Feito de sonho
Na nova linha, o cobrador Antônio da Conceição Ferreira, maranhense de 36 anos e há 13 morando no DF, teve mais uma boa idéia. Deixaria as obras mais visíveis, para que o passageiro pudesse vê-las melhor. Não perdeu tempo. Foi a uma banca de jornal da Rodoviária do Plano Piloto e pediu a uma funcionária que lhe desse um porta-jornais de plástico. Contou o que pretendia fazer. Saiu dali com cara de menino que ganha presente de Natal.
No dia seguinte, levou o porta-jornais para sua biblioteca ambulante. E o pendurou depois da roleta, logo atrás do validador de cartões eletrônicos. E o anúncio, numa folha A4, impressa em computador, o nome do seu projeto. O povo que ainda não conhecia a intenção do cobrador se indagava: “O que seria aquilo?” Outros se aproximavam. E ele explicava tudo mais uma vez. Aos poucos, as pessoas foram entendendo. E descobriram que não precisariam pagar nada para ler livros, trocados todo dia. A disputa foi grande. As viagens nunca foram tão concorridas. A linha 82 virou atração. Há quem a espere com ansiedade.
Quem pega o livro assina uma ficha, que vira o cadastro. Lá, consta o nome do leitor e o telefone. Nada mais. Prazo de devolução? “Varia de acordo com a capacidade de leitura de cada um”, ele explica. Em um ano, não mais que 10 livros deixaram de ser devolvidos. “Jamais vou deixar de levar meu projeto pra frente porque um ou outro não devolveu. Os honestos não podem pagar pelos não honestos”, reflete o cobrador — filho de um lavrador e uma catadora de coco babuçu. Antônio deixou os confins do Maranhão atrás de um sonho: estudar e “ser alguém na vida”.
Aqui, entretanto, por causa das dificuldades financeiras, ele ainda não conseguiu terminar o ensino médio. Precisou trabalhar para sobreviver. Foi auxiliar de serviços gerais, balconista, vendedor e, há 8 anos, virou cobrador. Levou o desejo de estudar para dentro do ônibus. Realiza-se quando observa um passageiro extasiado com seus livros. “Quem lê tem uma visão mais crítica das coisas, do mundo e da vida. Aí, se liberta”, ele filosofa. E, assim, durante seis horas e meia por dia, seis dias por semana, faz o que mais gosta: leva conhecimento a quem, na maioria das vezes, não teria condições de comprar um livro.
Início da tarde de sexta-feira, 12h40.
E o ônibus segue. Chega à Candangolândia. Francisca Santos, 28, entra. Auxiliar de serviços gerais numa empresa do Saan, a moça estava ansiosa para pegar aquela linha. E havia motivo especial. Na quarta-feira, pediu ao cobrador que lhe arrumasse um bom romance. Antônio foi ao seu acervo e trouxe Momentos de encanto, de Helen Bianchin. Francisca passará todo o fim de semana lendo. “Ele (Antônio) faz uma coisa que eu nunca tinha visto igual”, avalia. E confessa: “Quando eu pegava o ônibus, só queria dormir. Agora, só penso em ler, ler muito”.
Dedicação à cultura
Aniversariante da sexta-feira, a auxiliar de teleatendimento Adriana Leandro, 30, também embarcou na linha 82. E, grata ao cobrador que lhe devolveu o prazer da leitura (em pouco mais de três meses leu oito livros), emocionou-se: “Sou fã desse homem. Ele faz esse trabalho e não ganha nada por isso. Faz pela dedicação à cultura”. Naquele dia, Adriana levou Quando é preciso voltar, de Zíbia Gaspareto. “Há um ano procurava por esse livro. Ele conseguiu pra mim. É meu presente de aniversário”, comemora a leitora.
O estudante Fernando Augusto Salvador, 17, é grato a Antônio. Morador de Santa Maria, ele desce na Candangolândia para seguir na linha 82, que o leva ao Saan, onde faz estágio. Numa dessas viagens, descobriu os livros do cobrador. Pirou ao encontrar O pagador de promessas, de Dias Gomes. “Adoro ler. Este ano, já li mais de 100 livros. O que esse cara faz não tem preço, ainda mais num país onde quase ninguém lê”, elogia Fernando.
E a viagem continua. O tempo urge. Uns entram, outros descem. A vida sacoleja. Mas a biblioteca sobre rodas está ali, à espera de um leitor. De alguém que possa sonhar por meio de letras. Assistindo a tanta catarse, a tantos renascimentos, Antônio admite, com os olhos marejados: “Esse é o meu sonho. Ver todo mundo lendo, pensando melhor. Queria poder colocar livros em todos os ônibus do DF”. E planeja, convicto: “Ano que vem, vou voltar aos meus estudos. Em 2010, se Deus quiser, pretendo entrar na faculdade de biblioteconomia, da UnB”. Tem gente que passa pela vida. Há outros que edificam, transformam, realizam sonhos e são capazes de renascer. O cobrador que encheu um ônibus de livros e tem ajudado a mudar a vida das pessoas faz parte da segunda categoria.
Quem puder doar livros e ajudar Antônio no projeto cultural pode
ligar para 9195-5023
O endereço para quem quiser enviar livros é:
AR7 Conjunto 1A, Lote 10 - casa 3
Sobradinho II
Cep: 73060-702 Brasília - DF
domingo, 16 de novembro de 2008
Dica de filme para as férias

HORTON E O MUNDO DOS QUEM
É uma divertida comédia infantil para trabalhar com seus alunos ou ainda para assistir nas férias com seus filhos.
O filme é baseado em um livro do escritor Dr. Seuss, originalmente publicado em 1950. A obra do autor infantil já gerou diversos filmes de sucesso nos últimos anos, como O Grinch (2000) e O Gato (2003).
O filme relata a história de um Elefante(Horton) que vive em uma floresta com seus amigos bichos sobre a ditadura da Gangurú que governa essa floresta.
Numa bela manhã de sol, Horton ouve um pedido de ajuda vindo de um grão que estava em uma flor. Todos começam a achar que Horton está enlouquecendo. Horton, com sua grandes orelhas consegue ouvir a voz do prefeito do mundo dos quem...
Na verdade aquele grão era "Quemlâdia", um mundo igual ao nosso e porque não até mais avançado.A Gangurú começa a perseguir Horton para destruir aquele grão alegando não ter vida além daquela floresta.
Para ajudar Quemlândia, o elefante enfrenta a tudo e todos. Arrisca a própria vida para salvar vidas que ele mesmo nunca viu e nem conhece.
No final, o povo do mundo dos quem percebe que realmente Quemlândia está acabando. Muitas mudanças climáticas começam a surgir naquele grãozinho, decorrente do descaso dos outros bichos que obedecem a Gangurú na floresta.
Os quemlândeses começam a fazer ruídos altos, bem fortes para que os outros do mundo que NÒS vivemos, possam ouví-los...
Depois de muito som e exaustantes tentativas, os moradores de "Quemlândia" conseguem com sucesso fazer que todos ouçam a música que explodia no ar.... (NÓS ESTAMOS AQUI...).
Moral da história
Percebi que o grão, ou seja Quemlândia, representa o nosso meio ambiente que clama por uma ajuda de todos para não ser destruída por nós memos.A ação daquele elefantinho mudou a história dos quemlândeses.
Qual será a nossa ação para mudar gerações e salvar o nosso meio ambiente?
O que você tem feito de concreto para que isso aconteça?
sábado, 15 de novembro de 2008
As cinco lições

Primeira lição:
Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era:
"Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola ?"
Sinceramente, isso parecia uma piada. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela ?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
“É claro!”, respondeu o professor. “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples "alô".”
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
Segunda lição:
Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona.
Completamente molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam. Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la. O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela.
Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz.
Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia:
"Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Deus o abençoe por ter me ajudado!Sinceramente, Mrs. Nat King Cole"
Terceira lição:
Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.
- "Quanto custa um Sundae?" - ele perguntou.
- “50 centavos” - respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
- "Bem, quanto custa o sorvete simples?" - perguntou o garoto.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência...
- "35 centavos" - respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: - "Eu vou querer, então, o sorvete simples".
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e foi atender outros clientes. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas... – ou seja, o menino não pediu o Sundae porque queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
Quarta lição:
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas, nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:
"Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".
Quinta lição:
Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz, que sofria de uma terrível e rara doença.
A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela, de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la.
O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã.
Eu vi ele hesitar um pouco, mas, depois de uma profunda respiração ele disse: - "Tá certo, eu topo... Se é para salvá-la..."
À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor.
De repente, o sorriso dele desapareceu e o garotinho empalideceu... Olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula:
- "Eu vou começar a morrer logo?"
Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha interpretado mal as palavras do médico, e pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã!
"Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro, ame como se você nunca tivesse se machucado e dance como você dançaria se ninguém estivesse olhando"
http://www.portaldafamilia.org/
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
“Todo conhecimento começa num sonho. O conhecimento nada mais é que a aventura pelo mar desconhecido, em busca da terra sonhada. Mas sonhar é coisa que não ensina. Brota das profundezas da terra. Como mestre só posso então lhe dizer uma coisa: Conte-me seus sonhos para que sonhemos juntos”.(Rubem Alves)


